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domingo, 24 de novembro de 2013

Osteoartrite: o pilates ameniza os sintomas!


Você já ouviu esse nome? A osteoartrite é uma doença articular degenerativa, que atinge principalmente as pessoas com mais de 65 anos. Ela já foi encarada como uma doença progressiva natural do envelhecimento, sem perspectiva de tratamento. Mas a ciência já comprovou que é possível modificar a evolução do problema.
A osteoartrite é uma das causas mais comuns de dores musculares e ósseas e da incapacidade para o trabalho no país. Ela atinge as articulações por insuficiência da cartilagem, agravada pela sobrecarga muscular e fatores genéticos.
A doença não é sinal de envelhecimento e os exercícios podem ajudar no dia a dia. A osteoartrite está relacionada com a capacidade funcional, por isso a intervenção terapêutica vai trazer uma melhora considerável de qualidade de vida para quem tem o diagnóstico.
Com o Pilates, esse paciente ganha flexibilidade, ativa a circulação e consegue eliminar a rigidez causada pela doença, diminuindo as dores e espasmos musculares. Os exercícios podem prevenir os sintomas de dor e aumentar a funcionalidade, fortalecendo tronco, braços e pelve. Também melhoram a mobilidade das articulações das pernas e pés e alongam o corpo. O Pilates ajuda a melhorar os movimentos e a execução das funções diárias, estimulando a circulação, melhorando a postura e a respiração.
Entretanto. o trabalho  tem que ser gradativo e orientado por um profissional habilitado, respeitando os sintomas de dor e desconfortos comuns nesses alunos. Com o tempo, eles conseguem ter mais independência e confiança, além de aprender a se reeducar no dia a dia. É importante estar atento para os cuidados com o uso de rampas e escadas e a ergonomia do trabalho doméstico e profissional, que pode ser orientado pelo profissional que está guiando as aulas de Pilates. Usar sapatos confortáveis, evitar carregar peso e se apoiar em corrimãos são alguns exemplos.

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Quem tem artrite reumatóide pode fazer Pilates?

Você sabe o que é artrite reumatóide? É uma doença inflamatória crônica, que causa danos progressivos aos ossos e articulações. Ela atinge principalmente dedos, punhos, pés e tornozelos, e suas causas ainda são desconhecidas.
A artrite reumatóide está associada a inchaços anormais nas articulações das mãos e do punho e em três ou mais áreas articulares do corpo, além de nódulos e rigidez do corpo. Se não for tratada adequadamente, a inflamação pode destruir as articulações e traz complicações nos movimentos do dia a dia, aumentando a dependência do paciente para realizar tarefas comuns, como escovar os dentes e abrir portas, por exemplo.
Como em qualquer doença articular, os exercícios físicos são muito importantes no tratamento da artrite reumatóide. De acordo com a Revista Brasileira de Atividade Física & Saúde, a prática de atividades pode melhorar a aptidão aeróbia (oxigenação do corpo), a força muscular, a mobilidade articular, a aptidão motora e até o humor. E isso não piora a inflamação.
O pilates é uma ótima opção para esse tipo de paciente, pois aumenta a força no centro do corpo, melhora o equilíbrio, previne as dores e ajuda na melhora dos movimentos diários, pois trabalha a coordenação. Além disso, os exercícios melhoram a mobilidade e diminuem o impacto nas articulações. Com a consciência corporal do Pilates os movimentos do dia a dia se tornam mais eficientes.
As aulas são focadas nos exercícios de alongamento e alinhamento do corpo e devem ter períodos de repouso. Com acompanhamento adequado de um professor especializado é possível que o instrutor e o próprio aluno identifiquem as melhores posições para os exercícios, evitando complicações futuras e facilitando a mudança de repertório. A dica é se movimentar e mobilizar as articulações.
Viu só? Movimente-se! Você pode!

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Dor nos ombros e pescoço. O que fazer?

Pare tudo e apenas observe a posição que os seus ombros estão. Muito provavelmente, a maioria de vocês está com os ombros próximos às orelhas, enchendo-os de tensão.
O nosso corpo acumula tensão muscular principalmente nos ombros e no pescoço, e essa tensão está associada diretamente ao estresse, considerada a doença do século (para o transtorno diário de milhares de pessoas ao redor do mundo). Quando o organismo já não suporta a carga do estresse, seja ele físico ou mental, o nosso corpo entende que isso é uma agressão e a resposta imediata é a dor e a formação de nódulos de tensão, também chamados de trigger points.
O que são trigger points
Toda a nossa musculatura esquelética contém pontos que se tornam dolorosos quando ativados. Essa ativação pode acontecer por uma lesão muscular, esforço por tempo prolongado ou de forma repetitiva, por estresse físico ou muscular ou por deficiência nutricional. Quando esses pontos são ativados forma-se um nódulo (ponto gatilho ou trigger point).
O Pilates ajuda a melhorar a dor e evitar o surgimento desses nódulos. COMO?
- Através da respiração, pois ajuda a relaxar;
- Exercícios de alongamento e relaxamento (só isso ajuda a aliviar significativamente as dores causadas por pontos gatilhos);
- Fortalecimento muscular (aumentando o fluxo de sangue que chega ao local);
- Consciência corporal (através da percepção do nosso corpo, podemos reconhecer essas tensões e mudar a posição do corpo em relação ao agente causal da dor)
Dicas:
- Veja o seu ombro como um inimigo da sua orelha, quanto mais afastados eles estiverem, melhor;
- Sorria com os ombros: leve-os suavemente para trás, aproximando as escápulas;
- Relaxe os ombros fazendo movimentos circulares: levante-os até as orelhas, leve-os para trás e abaixe-os, repita 3 vezes e, em seguida, faça o movimento inverso, abaixe bem os ombros, leve-os para trás, levante-os até as orelhas e leve-os para frente, repita 3 vezes.
ATENÇÃO! Esse é o único momento em que os ombros podem ficar próximos das orelhas!
Fonte:Revista Pilates

terça-feira, 23 de julho de 2013

Dez hábitos para prevenir a hérnia de disco










A dor nas costas é chata, incômoda, começa na coluna, mas pode irradiar para as pernas e até mesmo para os braços. Segundo a Associação Médica Brasileira, cerca de 80% das pessoas apresentarão dor lombar em algum momento da vida. A grande maioria consegue perceber a melhora dos sintomas depois que é resolvida a causa ou cessa o processo inflamatório. Mas, aproximadamente 2% acabam desenvolvendo transtornos degenerativos do disco vertebral, como a hérnia de disco. 
Para entender melhor o que é esse problema, pense que todo órgão ocupa uma cavidade dentro do nosso corpo. A hérnia ocorre quando um órgão extravasa essa cavidade. No caso das hérnias vertebrais, é o núcleo do disco intervertebral que escapa de dentro do anel que o protege, comprimindo os nervos. "O resultado são sintomas como dores, formigamento e diminuição da sensibilidade dos membros inferiores ou superiores". Abaixo, confira alguns hábitos simples para se proteger de uma hérnia. 
Mantenha a postura!
Segundo o fisioterapeuta Evaldo Bósio, manter o corpo alinhado é uma forma de prevenir hérnias. Sempre que mantemos uma postura inadequada sobrecarregamos nossa coluna, fazendo com que os discos intervertebrais sofram cargas anormais. É essa pressão a responsável pelo rompimento do disco, que vai ocasionar a hérnia. 
Dor na coluna - Fonte:Getty Images
Atenção aos sintomas
Um dos sintomas mais comuns da hérnia de disco é o formigamento, com ou sem dor, na região da coluna. As dores serão mais comuns nos membros superiores, quando a hérnia for cervical, e nos membros inferiores, se a hérnia for lombar. "Os pacientes com hérnia de disco também podem apresentar diminuição de sensibilidade da região afetada, além de fraqueza muscular nos membros", diz o médico ortopedista da clínica Colunar, de São Paulo, Rodrigo Junqueira Nicolau. Também pode haver alteração da temperatura do membro (que ficará quente ou frio), sensação de cansaço e dificuldade para calçar o sapato (devido à fraqueza dos dedos do pé, principalmente o dedão). 
Outro tipo de hérnia é a torácica, muito mais rara. Seu sintoma mais marcante é a dor compressiva na região do toráx, também chamada de dor em faixa. 
O fisioterapeuta Evaldo Bósio lembra que sempre que sentir dor, o ideal é procurar ajuda médica para o correto diagnóstico e, em seguida, iniciar o tratamento fisioterapêutico, se a indicação for essa. "A dor é um sinal de que algo está errado em determinada região do corpo ou no organismo como um todo. As dores não podem ser banalizadas ou deixadas de lado, mas sim investigadas e tratadas", diz o especialista.  
Salto - fonte: Getty Images
Não abuse do salto
Segundo o médico ortopedista Rodrigo Junqueira Nicolau, não há nenhum estudo científico que relacione diretamente o uso do salto ao aparecimento de hérnias. Porém, ao calçar um sapato de salto muito alto, há um aumento da curvatura natural da coluna lombar, gerando uma hiperlordose. "Assim, poderá ocorrer maior fadiga da musculatura, além de dores na lombar. E, se houver predisposição, pode ocorrer uma hérnia", aponta Rodrigo.  
Balança - fonte: Getty Images
Fique de olho na balança
O controle do peso, dentro do IMC saudável, pode prevenir que a coluna sofra com as sobrecargas. De acordo com o médico Rodrigo Junqueira Nicolau, os músculos da barriga e das costas são responsáveis por proteger a coluna. Mas quanto maior for o sobrepeso, menor será essa proteção, deixando todo o peso do corpo a cargo da coluna. 
Peso - fonte: Getty Images
Cuidado ao carregar peso
O médico Rodrigo Junqueira explica que uma carga de 20 kg, por exemplo, carregada eventualmente, não provocará danos, necessariamente. Mas se essa carga for carregada por um tempo prolongado ou rotineiramente, como ocorre em algumas profissões, provavelmente machucará o disco intervertebral. Por isso, a recomendação é que ao carregar bolsas e mochila, elas não ultrapassem mais do que 10% do seu peso. 
Cigarro - fonte: Getty Images
Pare de fumar
As substâncias tóxicas presentes no cigarro provocam a diminuição dos vasos que nutrem o disco intervertebral. Assim, o disco vai receber menos nutrientes transportados pelo sangue. "Mal nutridos, os discos se tornam mais suscetíveis a lesões", explica Rodrigo Junqueira. 
Exercício - fonte: Getty Images
Faça exercícios com orientação
Os exercícios físicos dedicados à coluna devem sempre ser orientados por fisioterapeutas ou educadores físicos. Exercícios realizados sem qualquer tipo de orientação podem causar lesões geradas pela associação de posturas erradas, levantamento de pesos e sobrecarga sobre músculos e articulações. "Além disso, a musculatura estabilizadora da coluna é mais profunda e difícil de fortalecer, por isso, é necessário o auxílio de um profissional para conseguir deixar esses músculos fortes", diz o ortopedista Rodrigo Junqueira. 
Os exercícios são os principais aliados. È importante estabilizar a musculatura do abdômen e coluna, através de exercícios de fortalecimento e alongamento. Outro ponto que merece atenção refere-se aos músculos na parte de trás das pernas. Eles também precisam de alongamento para proteger a coluna. "Respeitar a curvatura natural da coluna também ajuda a diminuir a sobrecarga nos discos intervertebrais", diz o médico Luciano Miller Reis Rodrigues, ortopedista da clínica Colunar e professor Afiliado da Faculdade de Medicina do ABC. As lordoses (curvaturas normais) podem ser mantidas através de alongamentos, principalmente de membros inferiores. 
Carregar peso - fonte: Getty Images
Evite movimentos repetitivos com sobrecarga
O fisioterapeuta Evaldo enfatiza que, para proteger o disco intervertebral, os movimentos repetitivos de flexão e extensão da coluna com sobrecarga e sobrepeso devem ser evitados. Além desses, os movimentos de rotação de tronco também exigem cuidados. Por isso, tome cuidado ao pegar algo que caiu no chão ao lado da sua cadeira, ação que associa esses dois movimentos. A forma correta de fazer o movimento é levantar da cadeira para depois abaixar, sempre dobrando os dois joelhos e mantendo a coluna reta. 
Ergonomia - fonte: Getty Images
Lance mão da ergonomia
O conjunto de adaptações em um ambiente com o objetivo de evitar lesões e desconforto é chamado de ergonomia. O fisioterapeuta Evaldo orienta que, para atividades profissionais, temos sempre que ter atenção ao posicionamento de cadeiras, bancos, computadores e outros objetos da mobília. Em casa, atenção redobrada ao sofá, camas e cadeiras.
É na posição sentada que ocorre a principal pressão no disco, o que pode facilitar a hérnia. "Colocar um apoio (uma almofada) no encosto da cadeira, na altura da região lombar, utilizar uma cadeira que se adapte ao seu corpo. Levantar a cada meia hora e fazer pequenas sessões de alongamento ao longo do dia, assim como adequar a altura do computador podem melhorar a postura", diz Rodrigo Junqueira Nicolau. 
Cadeia genética - fonte: Getty images
Informe-se sobre a sua genética
De acordo com o médico Luciano Miller Reis Rodrigues, existem pessoas que estão geneticamente mais propensas a desenvolver hérnias de disco. "Nesses casos, o disco não consegue reter água e, com isso, pode se machucar com mais facilidade", explica. Vários genes ajudam na construção do disco intervertebral e, atualmente, está sendo estudada a ação deles na formação desses discos. "No futuro, mapear esses genes, e os marcadores de degeneração, poderá ajudar a prevenir hérnias".

segunda-feira, 27 de maio de 2013

Crianças em idade escolar têm problemas de coluna


A coluna vertebral é formada por uma série de vértebras dispostas uma sobre a outra que, quando saudáveis, trabalham em harmonia. Ela é considerada um suporte para a cabeça e o tronco. Mas podem ocorrer desvios nesse suporte ao longo da vida, o que chamamos de escoliose. Esse tipo de problema é muito comum na fase escolar, causado principalmente pela sobrecarga de peso na mochila das crianças.

O que acontece

A postura ideal da coluna acontece quando há um bom equilíbrio ortostático, com menos estresse e tensão nas articulações. Os desvios posturais são comuns nos dias atuais devido a agentes estressores e externos do cotidiano. Em uma postura normal, a coluna vertebral em vista posterior se apresenta em linha reta. Quando há um desvio lateral, ou seja, a escoliose, a coluna assume o formato de “C” ou “S”.

Nos adultos, 80% dos problemas posturais têm início na infância, sendo confirmados na adolescência, devido aos maus hábitos do cotidiano durante o período escolar. Nessa fase, as crianças cumprem uma rotina diária de transporte do material didático, e a mochila é uma forma prática e a mais utilizada para este fim. A carga da mochila, quando superior à capacidade de sustentação dos musculares da criança, causa sobrecarga na coluna vertebral, podendo ocasionar alterações posturais graves, dor ou disfunção.
A lei nº 10.759/98 determina que o peso de mochilas, pastas e similares não deve ultrapassar 5% do peso de crianças da pré-escola e 10% do peso do aluno do ensino fundamental, percentual indicado pela Organização Mundial da Saúde (OMS).
Baseado na prevalência de escoliose, um estudo foi feito para relacionar o peso da mochila em crianças de 6 a 10 anos em 2012, na Revista Brasileira de Fisiologia do Exercício (Incidência de escoliose com excesso de carga nas mochilas em crianças de 6 a 10 anos).
A literatura tem apresentado conclusões que apontam o método Pilates e outras técnicas terapêuticas como auxiliares na redução dos problemas posturais. Com a prática do Pilates é possível adquirir:

- maior tônus e resistência muscular;
- melhora da flexibilidade (alongamento);
- maior mobilidade em todas as articulações, inclusive a coluna;
- aumento da densidade óssea;
- aumento da força muscular sem hipertrofia exagerada;
- trabalho da musculatura profunda e estabilizadora, especialmente do abdômen;
- melhor alinhamento postural;
- coluna mais saudável e flexível.

Pais fiquem atentos ao peso da mochila dos seus filhos! Incentive-os a praticar uma atividade física o mais cedo possível.

 Texto baseado na Revista Pilates.

sábado, 11 de maio de 2013